Sobre
Médica, professora e paciente.
Estudar hormônios e metabolismo virou fascínio no dia em que a minha vida passou a depender disso.

Quando recebi o diagnóstico de diabetes tipo 1, há mais de quinze anos, eu já pensava em ser médica. Tinha passado por hospitais algumas vezes, e era lá que tudo podia mudar para alguém que eu amava.
Quando chegou a minha vez de estar em uma enfermaria, como paciente, tive certeza: se eu pudesse fazer por alguém o que fizeram por mim, seria uma boa forma de retribuir.
Aos doze anos eu já sabia que seria endocrinologista. Antes de ser moda, antes de virar “só emagrecimento”.
Da hipófise ao pâncreas, da tireoide às adrenais: eu queria que todos se cuidassem como eu fazia e fossem cuidados como eu fui.
Formação
Seis anos de faculdade, dois de Clínica Médica e mais dois de Endocrinologia. Não há atalho.

Medicina
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Clínica Médica
SEMUSA Macaé
Endocrinologia e Metabologia
Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP/UFF)
Professora
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Estudar para trazer o melhor
Dou aula na universidade que me formou e sigo apresentando e discutindo casos em congressos de endocrinologia, diabetes e obesidade. Nunca saberemos o suficiente.
Quem chega até mim é cuidado com o preparo que merece. Se eu não souber, vou procurar saber.


Diabetes tipo 1, com leveza
Sonho com a cura, com insumos melhores e com menos preconceito. Enquanto isso, lido com o diagnóstico de forma realista: sem desespero e sem imprudência.
Para se cuidar não tem hora nem lugar. Viver é agora, sem vergonha de fazer o que precisa ser feito.

