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Ana Luiza Pontes

Sobre

Médica, professora e paciente.

Estudar hormônios e metabolismo virou fascínio no dia em que a minha vida passou a depender disso.

Ana Luiza de camisa branca, de braços cruzados, sorrindo

Quando recebi o diagnóstico de diabetes tipo 1, há mais de quinze anos, eu já pensava em ser médica. Tinha passado por hospitais algumas vezes, e era lá que tudo podia mudar para alguém que eu amava.

Quando chegou a minha vez de estar em uma enfermaria, como paciente, tive certeza: se eu pudesse fazer por alguém o que fizeram por mim, seria uma boa forma de retribuir.

Aos doze anos eu já sabia que seria endocrinologista. Antes de ser moda, antes de virar “só emagrecimento”.

Da hipófise ao pâncreas, da tireoide às adrenais: eu queria que todos se cuidassem como eu fazia e fossem cuidados como eu fui.

Formação

Seis anos de faculdade, dois de Clínica Médica e mais dois de Endocrinologia. Não há atalho.

Ana Luiza de óculos, com a mão no queixo
  1. Medicina

    Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

  2. Clínica Médica

    SEMUSA Macaé

  3. Endocrinologia e Metabologia

    Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP/UFF)

  4. Professora

    Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Estudar para trazer o melhor

Dou aula na universidade que me formou e sigo apresentando e discutindo casos em congressos de endocrinologia, diabetes e obesidade. Nunca saberemos o suficiente.

Quem chega até mim é cuidado com o preparo que merece. Se eu não souber, vou procurar saber.

Ana Luiza sentada numa cadeira, de conjunto claro, com as mãos entrelaçadas
Ana Luiza rindo, de blusa clara

Diabetes tipo 1, com leveza

Sonho com a cura, com insumos melhores e com menos preconceito. Enquanto isso, lido com o diagnóstico de forma realista: sem desespero e sem imprudência.

Para se cuidar não tem hora nem lugar. Viver é agora, sem vergonha de fazer o que precisa ser feito.